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sábado, 22 de abril de 2017

Novos casos de hanseníase registram redução de 34% na última década


Divulgação/Pref. de São José dos Pinhais (PR)
Recomendação é que as pessoas procurem o SUS ao aparecimento de manchas em qualquer parte do corpo


No Dia Mundial de Luta contra Hanseníase, celebrado no dia 31 de Janeiro, novos dados divulgados pelo Ministério da Saúde apontam redução de 34,1% no número de casos novos diagnosticados no Brasil, passando de 43.652, em 2006, para 28.761 no ano de 2015.
A redução está associada à queda de 39,7% da taxa de detecção geral do País, que passou de 23,37 por 100 mil habitantes, em 2006, para 14,07/100 mil habitantes em 2015.
Os dados são resultados das ações implantadas no País para o enfrentamento da doença, com foco na busca ativa de casos novos para o diagnóstico na fase inicial; tratamento oportuno e cura, bem como a prevenção de incapacidades e deformidades físicas, principal causa do estigma e preconceito associados à doença.
Em menores de 15 anos, o número de casos novos da doença diagnosticados em 2015 foi de 2.113, sinalizando, assim, focos de infecção ativos e transmissão recente. Contudo, a taxa de detecção geral nessa parcela da população apresentou uma redução acumulada de 28,2% na última década, passando de 6,22 por 100 mil habitantes em 2006, para 4,46 por 100 mil habitantes em 2015.
O número de pacientes em tratamento no País também caiu, passou de 26,3 mil pacientes, em 2006, para 20,7 mil, em 2015, demonstrando uma queda de 21,3%.
“A busca ativa de casos e exame dos contatos proporciona a redução na cadeia de transmissão. Identificando precocemente o doente, é possível iniciar o tratamento, diminuir a contaminação de pessoas sadias e avançar no processo de eliminação da doença, que é um problema de saúde pública no Brasil”, explica a Coordenadora-Geral de Hanseníase e doenças em eliminação, Carmelita Ribeiro Filha.
por Portal BrasilPublicado31/01/2017 

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